10/05/2012

Instituto firma presença na internet

João Simões Lopes Neto está marcado para sempre como um grande e clássico autor da literatura. Não satisfeito, o Instituto ingressa na internet com o intuito de divulgar, resguardar e reforçar ainda mais a imagem do escritor pelotense. Para executar essa tarefa, foi criado este blog, além de contas no Twitter e Facebook.

O ingresso do Instituto na rede mundial de computadores, além de levar a literatura e o talento de J. Simões Lopes Neto à plataforma, abre um novo campo de atuação. Através da internet, as obras e a vida do escritor podem ser conhecidas por qualquer ser humano em qualquer parte do planeta. Com isso, o mundo inteiro poderá viajar para outro criativo e novo mundo, através dos Casos de Romualdo, por exemplo.

Além disso, é preciso trazer para dentro do Instituto os mais jovens. A juventude, pelotense ou não, deve sentir-se atraída pelo mundo criado e marcado em páginas por Simões Lopes. Nessa função, a internet tem o papel principal. Através das redes sociais, por exemplo, a troca de conteúdo pode se tornar muito mais dinâmica, trazendo, adaptando e aliando, assim, a literatura clássica gaúcha aos anseios da juventude atual.

Dessa forma, o Instituto João Simões Lopes Neto conseguirá divulgar e tornar ainda mais forte o nome do escritor pelotense a pelotenses, gaúchos, brasileiros ou a qualquer pessoa do planeta, seja ela cidadã dos Estados Unidos ou de Portugal. Além disso, o mundo criado - através das palavras - por Simões Lopes deve ser compartilhado e explorado por todos, pois suas obras representam a vida que foi vivida com tinta e papel. E, a partir de agora, com a tela do computador também.

O IJSLN na rede.

08/05/2012

Humberto França Júnior palestra no IJSLN

Na próxima quinta feira (10), às 19 horas, o Instituto João Simões Lopes Neto terá a honra de receber o professor, poeta, historiador e conferencista Humberto França Júnior para ministrar a palestra "Joaquim Nabuco, da luta abolicionista aos desafios da diplomacia".

Humberto França. Foto: festlatino.blogspot.com 
Humberto França é chefe de Projetos Especiais da Fundação Joaquim Nabuco do Ministério da Educação do Brasil (FUNDAJ), além de ser o atual presidente do Movimento Festlatino - que tem como propósito o estímulo ao diálogo cultural entre os países e regiões de línguas e culturas neolatinas da Europa, África, Américas e Ásia. 

A palestra é promovida pela Associação dos Amigos do Museu da Baronesa, em parceria com o Centro de Artes da Universidade Federal de Pelotas, Instituto João Simões Lopes Neto e Museu do Charque.

A entrada é franca.

04/05/2012

Edição comemorativa de "Contos Gauchescos"

Muitas são as comemorações e homenagens destinadas ao Centenário de Contos Gauchescos. Neste ano de festa, o escritor, professor de Literatura Brasileira na UFRGS e estudioso da obra de Simões, Luís Augusto Fischer nos trás um presente. 

Ele foi o responsável pela publicação, através da Editora L&PM, da nova edição de Contos Gauchescos, que conta ainda com Lendas do Sul e propõe uma leitura da obra simoniana sobre novos ângulos. Fischer oferece a oportunidade de aproximação do leitor atual da linguagem de 1912, de Simões e de uma época que faz parte da história do Rio Grande do Sul.

O escritor fez uso de pomposas notas de rodapé, as quais esclarecem dúvidas de vocabulário, abusou de referências históricas e ainda produziu uma introdução e biografia referentes ao autor João Simões Lopes Neto.

Segue abaixo um pequeno trecho da introdução da nova edição de Contos Gauchescos:

"No ano exato do centenário da chique e urbaníssima cidade pelotense, seu mais ilustre letrado publica os Contos gauchescos, série de histórias pacientemente tramadas, escritas com a linguagem da vida rural do Rio Grande do Sul, devida e competentemente transformada em literatura. Na folha de rosto, logo abaixo do título, que é genérico, vinha uma espécie de enquadramento: “Folclore regional”. Era uma advertência ao leitor urbano? Um pedido de desculpas? De tolerância? De clemência? E por que adjetivar como “regional” aquele material, na verdade contos que nem eram exatamente folclore?" 
Luís Augusto Fischer

 
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